
A Coreia do Sul deve ser tomada pelo pinguim Tux, o mascote que simboliza o Linux. De acordo com anúncio feito pelo Ministério da Segurança Interna do país asiático, a nação deve começar, nos próximos meses, a rodar testes com sistema operacional aberto em seus computadores governamentais. Atualmente, a Coreia do Sul trabalha com a Microsoft e o Windows.
Não foi divulgada a distribuição exata a ser utilizada pelo governo, mas o ministério disse que testes serão feitos e uma troca completa de sistema operacional deve ser feita caso não sejam identificadas falhas de compatibilidade. A intenção é economizar potenciais custos de manutenção.

A mudança não é exatamente um choque: o Windows 7 deixará de ter suporte gratuito em janeiro de 2020 e a própria Coreia do Sul teria que promover uma nova mudança em 2023 caso ficasse com o Windows. Ao adotar o Linux, o governo pode matar dois problemas antes mesmo de eles começarem: o suporte ao sistema operacional aberto é gratuito na maioria de suas distribuições; e o país consegue atualizar seus sistemas para versões mais atuais e open source.
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Na Microsoft, também não é esperado um grande impacto: com o Windows 10 mais focado na conectividade de suas ofertas, a empresa quer que futuras iterações do sistema operacional funcionem como plataformas de serviços e não mais um mero componente de software para computadores pessoais. Embora a Microsoft deva preferir a adoção do Windows 10 na Coreia, “perder” a preferência no país não deve machucar seus negócios.
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