
A fabricante chinesa de smartphones Xiaomi viu sua receita subir 27% no trimestre encerrado em março. O resultado superou as estimativas: a alta se deve, em parte, ao crescimento estável das vendas fora do mercado chinês.
Enquanto o mercado da China, o maior do mundo, sofre desaceleração, a Xiaomi expandiu seu negócio para o exterior, em mercados como Índia e Europa. A receita da empresa subiu para 43,8 bilhões de iuans (cerca de 6,3 bilhões de dólares). As estimativas eram de 42,1 bilhões de iuans, de acordo com analistas consultados pela Refinitiv.
O lucro líquido da Xiaomi também subiu para 2,1 bilhões de iuans no primeiro trimestre, contra 1,7 bilhão do mesmo período do ano anterior.
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De acordo com dados da Counterpoint Research, o mercado global de smartphones na China caiu 7% no primeiro trimestre deste ano em relação ao ano anterior. Atualmente, a Xiaomi é a maior fornecedora de smartphones na Índia e conta com crescimento acelerado na Europa depois de lançar dispositivos em todo o continente durante 2018.
Durante o período, a Xiaomi trabalhou em duas frentes: com modelos mais baratos (que foram vendidos por sub marcas) e smartphones com configurações melhores e preços mais elevados.
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