
O Firefox já começou a bloquear “milhares” de rastreadores de forma automática. Nesta terça-feira (4) a empresa afirmou que a ideia é que a medida acelere a navegação e melhore a experiência do usuário ao evitar que websites, companhias de análise de dados e publicidade digital sigam os passos do internauta durante uma sessão.
Vale citar, porém, que a novidade não é tão aprofundada quanto a medida implementada pelo Safari, da Apple, há alguns anos. No caso da “Maçã”, o navegador barra a ação de praticamente todos os rastreadores de outras empresas. Para o Firefox, o bloqueio se restringe aos softwares mais conhecidos do mercado.

O navegador da Apple ainda possui implementações que bloqueiam ajustes de navegação (os famosos cookies), o que pode representar uma dificuldade para o internauta, que depende deles para, por exemplo, manter-se logado em canais que requerem acesso por login e senha.
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O que a Mozilla deseja fazer é atingir o meio termo: o Firefox não vai barrar cookies e ainda trará a opção de criar exceções para rastreadores de preferência do usuário. Um porta-voz da fundação disse ao The Verge que bloquear todos os cookies “levaria a cenários em que alguns sites não funcionariam apropriadamente”, então essa abordagem serve para “prevenir problemas em potencial”. Um controle no menu de configurações do Firefox permitirá ajustar o nível de segurança, saindo do padrão “Médio” para “Alto”.
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