
A Trend Micro, empresa que oferece soluções de segurança cibernética, registrou as vendas líquidas anuais mais altas de sua história durante o no ano fiscal de 2018, alcançando US$ 1,44 bilhão (R$ 5,58 bilhões, na cotação atual) globalmente, com aumento de receita líquida de seus negócios corporativos em 10% e crescimento em receita em torno de 20% (acima do índice global registrado). Os bons números foram alavancados principalmente pela venda de tecnologias para proteção de ambientes em nuvem, que cresceram mais de 50% durante o ano passado no comparativo com 2017. A empresa também reportou lucro operacional de US$ 323 milhões (R$ 1,2 bilhão) para o período.
“Com o uso da nuvem e novos serviços por meio da internet, vemos também o aumento na velocidade de implementação de novos processos digitais para aumentar a agilidade das empresas, que tem como core business justamente o ambiente digital. E junto com esse crescimento, vem também a preocupação com a cibersegurança”, explica Miguel Macedo, diretor de canais e marketing da Trend Micro para a América Latina. Segundo Macedo, a segurança em nuvem foi um impulsionador dos negócios em 2018 e que deve se manter como um dos pilares para este ano, pois essa tecnologia é cada vez mais a realidade do mercado.
Outro ponto de atenção para este ano, segundo o executivo, são as infraestruturas críticas. Em função disso, a Trend Micro anunciou recentemente a criação de uma nova empresa em parceria com a Moxa, a TXOne Networks, focada nas necessidades da IoT industrial (a chamada IIoT, na sigla em inglês), o que inclui práticas de smart manufacturing, smart cities, smart energy e muitas outras das novas gerações de soluções inteligentes.
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“Esses serão alguns dos esforços para este ano pois acompanham as novas iniciativas do mercado, e que acabam por gerar novos riscos porque se transformam também em oportunidades para os atacantes. Com a proximidade da LGPD, a Trend Micro apoiará nossos clientes, inclusive com um papel consultivo, para que os consumidores estejam com as informações protegidas e os ambientes seguros para tratarem dos dados”, finaliza Macedo.
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