Muitos podem já ter se esquecido do Vine, que foi desativado há mais de dois anos, mas a verdade é que seu desenvolvedor, Dom Hofmann, não se deu por vencido. No ano passado, ele havia informado que em breve lançaria o Byte, um “sucessor espiritual” do finado aplicativo de compartilhamento de vídeos e, nesta segunda (22), Hofmann enviou 100 convites para o teste da versão beta de seu mais novo app.

O Vine servia para compartilhar vídeos de curta duração (tal qual o Snapchat e os Stories do Instagram), e foi uma espécie de predecessor de outros serviços que, hoje, são bem estabelecidos, como o TikTok, por exemplo. Com o anúncio do Byte, há quem questione se o novo app conseguirá se destacar nesse mercado nos dias de hoje, mas Hoffman acredita que, almejando públicos diferentes, dá para ter espaço para todos dentro desse nicho.

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Além disso, Hoffman afirmou ao TechCrunch que os resultados que estão sendo obtidos pela comunidade beta são bastante encorajadores, pois seu novo aplicativo estaria sendo atrativo aos usuários mesmo sem a inclusão de influenciadores com vídeos criativos e divertidos. No momento, o desenvolvedor diz que a sua prioridade é fazer com que o terreno esteja pronto para os criadores de conteúdos, para que eles possam se aventurar à vontade no Byte, mesmo que consigam mais visualizações em outras plataformas neste primeiro momento.

Por enquanto, o desenvolvedor diz querer continuar executando os testes beta por mais um tempo para adicionar e subtrair recursos que realmente estejam de acordo com a demanda das pessoas. Atualmente, a versão do Byte permite apenas simples gravações de câmera, sem a possibilidade de uploads, e apenas um feed com likes e comentários.

Um ponto interessante é que Hoffman está ciente de que a grande ascensão de TikTok tornou o mundo de compartilhamento de vídeos curtos bem diferente do que era quando ele lançou o Vine, mas ele diz que não vê o Byte caminhando na mesma direção do aplicativo chinês.

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